Faixa de Gaza

Não é a chuva nem o sol, é a atenção que agora se dá à Faixa de Gaza. Não a condeno, penso é que peca por tardia. São anos e anos, são interesses diplomáticos ou dúvidas institucionais que deixam alargar os ódios. Na Faixa de Gaza, e na vida, deixamos as decisões difíceis para os últimos momentos. Achamos que é esperto, que as coisas por si se resolvem. Mas não é assim. Um adiamento é só um adiamento e, normalmente, só prolonga o mau. O bom é para ser aproveitado, sempre, o mau é para ser combatido. Não há petróleo, dinheiro ou interesses que se sobreponham à vida de uma criança. A mim não me interessa quem tem razão, quando há tanto deturpe de informação, interessa-me é que se pare. Lá, em África, na Coreia, na Venezuela, em todo lado. As guerras só existem por alguém as quer e outros as permitem. Conseguiram-nos acabar com as pescas e agriculturas e não conseguem acabar com uma guerra?

O exemplo parece estúpido, mas mais estúpido são os jogos por detrás de tudo isso. São imperiais para umas coisas e diminutos para outras. Em todas, saem a ganhar. Alguns.

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