PRIMAVERA

Num vento solto passeias
O brilho do teu rumo,
Acesa como candeias,
Baforando um belo fumo.

As estradas descerram,
Na passagem da tua textura,
E até as estrelas se ferram,
Apenas por seres pura.

Um toque, dois apalpes,
Alertas a nossa essência,
Liberta-nos pelos alpes,
Livres, a respirar paciência.

Por ti, sorrimos, rimos,
Passeamos debaixo do céu,
Sem saber para onde irmos,
Só sentindo os braços ao léu.

Acendes o sol com o condão,
O básico e especial,
Que ainda não é Verão,
Mas já nos lega em modo jovial.

Brilha, reluz, adolesce,
Minha doce Primavera,
Que a gente agradece
E faz uma festa fera.

És bonita e luminosa,
Com flores e esplendores,
Minha Primavera preciosa,
Que já me quedas cheio de fulgores.

Ral

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