As dores do amor.

Nada importa mais que a saudade. Estirpe do bater do nosso coração, refulgente como um bico de fogão, calcorreia-nos como se tudo o restante fosse saibre, caminho a ser pisado.

É angustiante e comprovadora, é posse do melhor e do pior. Lágrimas são apelido do meio, ao meio, aperto. O sol nunca deixa de brilhar, reveste-se é da cor do nosso coração, ora mais laranja ora mais cinza. Sô doutor, dói-me tudo, é as costas, as pernas, não posso dos dorsos, até se me treme as mãos. Dói-lhe é o coração, homem, as saudades!

E as saudades são a dor do amor. E o amor sem dor é como o carro sem o motor. Não anda.

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