Um menino em poupanças…

Era uma vez um menino que recebeu um porquinho mealheiro. A mãe, com vontade de vê-lo crescer ciente da importância do dinheiro, da gestão dele, disse-lhe que tudo o que ele lá poupasse era dele.

Ao início, pôs uma moedita ou outra, coisas miúdas, mas depois, oh depois, começou a sentir o regozijo do peso a aumentar, do barulho choco de duas ou três moedas se transformar num som aumentado e forte de um bloco a mover-se. E queria poupar mais e mais, rebentar o porquinho pelas costuras.

Porém, um dia, em plena escola, o menino caiu para o lado, tombou das pernas e chocou com a cara no chão. A mãe e o pai saíram aflitos para o hospital e encontraram o seu menino a soro, muito fraco.

– O que se passou com ele, doutor? – inquiria a mãe, impacientada, com os olhos em pranto, segurando a mão do pai.

– Nada de grave – respondeu o doutor – mas ele não pode passar tantas horas sem comer.

– Sem comer, doutor? Todos os dias deixo-lhe dinheiro para o almoço e o lanche, como é possível ele não comer?

– Pergunte-lhe, senhora.

Caminharam juntos, como casal unido que eram, em direcção a um filho fraco, deitado na maca, que logo lhes perguntou:

– Mãe, Pai, quando chegar a casa posso partir o porquinho para ver se tenho dinheiro que chegue para comprar uma playstation? Ao início eu só queria um livro de bonecos, mas o porquinho começou a ficar tão pesado que deve dar para a playstation!

Moral da história: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3602681&page=1

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