Violência doméstica

Mais triste não podia ficar. Estranhei a maneira como veio agora essa notícia a público. Não por serem conhecidos, mas por serem falados.

A Bárbara Guimarães, segundo se diz, apresentou queixa do Carrilho por violência doméstica.

Os famosos não são proa, não são seres imaculados como anjos que não podemos tocar, contudo são pessoas que fazem a opinião pública, que são faladas. Pelo que tudo o que elas façam serve de lição, pelo bom e pelo mau. Há cabeças e cabeças, umas tiram o melhor das coisas, outras o pior. Não importa o que se passou na casa deles, ao menos a nós. Importa é perceber que violência é do pior que existe. Seja de homem para mulher, de mulher para homem, de homem para homem ou de mulher para mulher. Violência é sempre do pior, não ajuda ninguém.

Violência doméstica ainda me parece muito pior. Escolhemos dividir o amor e acabarmos a ser sovados. A pena devia ser mais dura que o que se faz sofrer, podia ser que acalmasse os ânimos. Mas, com desgraça, normalmente, a maior pena que fica é da mulher que partiu, que viu os dias acabarem com uma pancada mal dada, com um jarro que se pôs no caminho do chão.

É uma desgraça. É uma coisa que devia ser tratada com outros olhos, ainda mais revoltados. Violência é uma arma mais mortífera que a de pólvora. Mata aos poucos. Não se esqueçam.

Ral
http://www.bubok.pt/livros/6257/Realidades

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