O medo

medo, receio, cobardia, desacompanhados

Podia temer o não conhecido,
É aceitável, uma mesinha comummente
Utilizada pelos cobardes, pelos escondidos
Nos arbustos da desgraça.

Ele choca no vento, bate no oceano,
Colide com a natureza
E fortifica-se no humano.
Ele é o medo.

Eu sou o antídoto, o mal do mal,
Como um ataque do imperial,
Uma oferenda do incerto,
Um caminho caminhado do certo.

Na verdade, eu sou o que sou,
Seja lá eu o que for.
E ele, ele é o medo,
O companheiro dos desacompanhados.

Ral
http://www.bubok.pt/livros/6257/Realidades

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