O Verão que há

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Depois de um Abril, um Maio e um Junho de chuvas,
Chega um Verão a ferver,
Para conversas múltiplas ou unas,
Em esplanadas que nos enchem de prazer.

Amigos são como um sinónimo,
São como uma casta,
Fazem com que na vida não sejamos um anónimo;
Fazem com que irradiemos felicidade, mesmo sem pasta.

O país está mal,
As oportunidades escasseiam,
Mas eu lá me mantenho pelo Sobral,
Agarrado aos amigos que por cá jornadeiam.

Uns deixam saudades, os que estão longe,
Contudo, eu sei que não esquecidos.
Estejam em Luanda, em Le Blanc, em Argenton, em Londres ou em Limoges,
Por cá são sempre lembrados.

Agora, com o sol no céu posto,
Já me encho de vontade de mergulhar,
Pois o tempo já lembra Agosto
E esta é a estação de aproveitar.

As férias hão-de chegar, suadas e merecidas,
Como uma recompensa do dinheiro que não vem,
Que não aparece,
Mas que a gente não esquece.

Ral

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