Chuva de Verão

correr à chuva, chuva, VerãoÉ diferente, isso eu sei.
E sinto.
Noto na forma como bate no estore,
Como embate no fulcro.

É mais luzidia e menos escura,
É mais quente e favosa.
É de Verão.
Nota-se pela sua imensidão.

O corpo tomba desnudo ao cimo da cama,
Deixa os cobertores no ornamento,
Por muito que se escute o sonido e se veja a lama,
Que o deus do céu envia em ajuntamento.

Imagina-se o físico a correr, passo por passo,
Ao longo de uma planície que se estende pela invenção,
Sem deixar de nos humedecer
Da alma ao coração.

É diferente. Eu sei e eu noto.
Não é fruto da imaginação,
É esta chuva de Verão
Que não desaparece nem à lei do empurrão.

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