Regresso, com férias e futebol

2013-05-09 13.25.15Passei uma semana de férias incrível, maravilhosa e intensa. Paris, centro de França, Alpes, Annecy e Genebra, pautaram os meus dias na companhia de quem me faz sorrir com uma resplandece maior do que as palavras podem descrever, bem como de amigos que me completam a existência. Ser feliz não custa, quando as pessoas ao nosso redor nos fazem perceber que valemos a pena. Não sabemos se por sermos muito ou pouco, se por sermos sorridentes ou calados. Compreendemos, simplesmente, que valemos a pena. Isso é uma felicidade que não sabemos parafrasear. Exclusivamente, sentimos. E sentir é bom.

No último dia, decidimos a Suíça para ver o futebol. Genebra na sua multiculturalidade, atravessando a ponte Mont Blanc, ao redor do lago, apresenta-nos portugueses com trinta anos de Suíça e uma simpatia imensa, desmesurada. Ficamos quentes ao ser acolhidos no fulcro de portugueses longínquos, que não esquecem a beleza da sua origem.

Foi neste ambiente que assisti ao jogo. Sofrido, em adrenalina constante, para a tristeza final. Não escondo, fui preso nas amarras da tristeza. Preso com força. Não esperava ver o meu Benfica perder o campeonato assim. Custou-me. No entanto, é muito fácil dizer que o certo era colocar dois avançados, que na lesão do Gaitan devia era ter entrado o Cardozo, que o Benfica devia era ter apostado numa defesa mais subida, quando apareceu um golo depois da hora, de um miúdo que só marcou em jogos importantes. É muito fácil criticar quando se sabe que as coisas não correram de feição, pois se tivesse prevalecido o empate estaríamos a esta hora a falar de um campeonato a minutos de ser conquistado. A sorte procura-se, o azar arrelia-nos. Não há muito mais a dizer. Sei, sim, que existem mais duas finais a serem jogadas, que o Benfica jogou muito melhor que o Porto o ano todo e que continuo a não considerar o Vítor Pereira um bom treinador ou representante do que quer que seja. Perdemos o campeonato, é um facto, o Jesus voltou a claudicar no momento certo, mas existem duas finais. Uma europeia e uma de uma taça que há muito não ganhamos. Por isso, mantenho o meu benfiquismo eufórico, o meu apelo à união e à força, pois é dessa raça que necessitamos para não deixar passar esta época incólume.

E, posto isto, estou de regresso e com energias renovadas. Pronto a ser feliz, como sei ser. Assim, sendo quem sou e gozando quem sou.

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