Parabéns, aos varões da insipiência!

portagem, porticos, governo, austeridade, estupidezEu, quando me alongo em vernáculos que não são próprios para quem escuta, sinto-me mal. Fico triste e com ideias a remoer dentro de mim, a vaguear pelas entranhas do meu pensamento. Fico com remorsos, claro.

Não raras vezes me acontece, no quente do momento, no desvio das ideias, dizer o que na verdade não penso, ter o objectivo de me altivar na conjuntura, porém depois chegam momento difíceis, movimentos obtusos da cabeça que me deixam triste, cismado. Acredito que isto não é um defeito só meu, ou das más pessoas, acontece. Simplesmente acontece. Ninguém consegue manter-se perfeito por uma existência inteira, ao longo de toda uma vida, as imperfeições é que nos dão detalhes de humanidade, da tal imperfeição que nos caracteriza.

No entanto, existe uma fronteira entre a humanização do imperfeito e a estupidez da malvadez. Aqui, nesta fase, é que a consciência faz o limbo do bem para o mal. Eu sinto-me no lado do bem, pois erro e sei. E tento melhorar.

Porém, temos um governo no lado da malvadez. Faz mal, não mostra remorsos, não tem consciência e ainda nos põe com mais portagens. Parabéns, aos varões da insipiência!

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