Fronteiras do gin

gin, bombai, beber, bebedeiraOntem, falavam-me das vezes que referi o gin no decorrer do livro, da forma como me deve agradar a bebida. É verdade, gosto da mistura fresca do gin com a água tónica, da mescla de sabor que cria. Dentro das alcoólicas, é a que elejo. A que defino como melhor.

No entanto, a dose deve ser arejada, não a ponto de secar os lábios; não a reboque de cervejas ou tintos. É uma bebida de eleição, para tão fraca utilização. E é forte, pode povoar-nos as conversas de palavras disléxicas, de anorexias de pensamentos, que em nada contribuem para o enriquecimento da tal prosa. Soltam-se coisas descabidas de sentido, desapropriadas ao momento ou ao sentido do nosso coração. Saem coisas que nos magoam, por magoarem quem amamos. É aí que se cria a fronteira do gin. A fronteira do bem bebido, para o mal bebido.

É uma fronteira de gin, viajante por todas as bebidas. O bem bebido e o mal bebido.

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