Sentes o Natal?

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O Natal começa a romper. Pela primeira vez, por estes dias, senti-me mais incumbido do espirito natalício. Dei por mim a reparar que ele está aí a chegar. Mesmo a chegar.

Como tenho andado, um tanto ou quanto, afastado da televisão, o natal acaba por se perder nos aglomerados diários, de uma rotina absorvente. Sim, porque o tão aclamado espirito natalício vive, em grande parte, do poder da televisão, do deslize de catadupas de publicidades, de popotas e leopoldinas, de marcas de brinquedos e ofertas especiais das perfumarias.

É facto que várias casas se vestem de pinheiros e luzes alegóricas, com vermelhos e amarelos, mas a verdade é que o aconchego, aquele arrepio natalício, sente-se é nas publicidades com pais-natal, nos shoppings com iluminações sumptuosas e nas lojas com sugestões de compra, embebidas em flocos de neve e gorros fofinhos.

O Natal, o da família, resume-se aos dias de consoada e vinte-cinco, aí é que se expõe o tal carinho associado ao Natal. Até lá, é engodo; é um espírito vendido, por marcas de brinquedos e aproveitado por outras demais.

O Natal não é união, é uma azáfama mentirosa. No entanto, eu também vivo nela, também não a contrario. Ligo-lhe pouco, é certo, mas também vivo nos meandros dela. É Natal, é Natal… la, la,la, la!

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