Somos melhores

melhores, bons, portugueses, povo, paísÉ benigno saber amar. Saber amar as substâncias, saber amar as pessoas, saber amar a vida. Afinal, amar é tudo o que de mais nos vale. É tudo o que nos move arriba da alma acima.

Temos um descontrolo, natural, sobre as expectativas, sobre a própria existência. Iludimos mundos em pequenos riachos, ou, em outros casos, desprezamos Niágaras pela precipitação forte das águas. Possuímos um pavor descomedido, pelas coisas que desconhecemos, pelos terrenos que não pisámos. Que não foram pisados por ninguém. Não é um absolutismo, contudo é uma parte grande, usual.

Por outro lado, somos um país, um povo, que sabe amar. Tem jeito para amover a cabeça, deixando o coração conduzir, seguindo os pulses de palpitações. Somos um desmesurado de optimismo, por muito que nos façam desenhados de escuro. Acreditamos mais que o que podemos imaginar, quem sabe acreditar. Percebem? Acreditamos mais que o que acreditamos. No fundo, é isso, vamos além do que esperamos. Desafiamos o que achávamos possível. Vemos luz na fundura da escuridão, percebemos o crepito do bom, quando a maioria só ouve o rugido do mau.

Somos melhores, muito melhores, do que imaginamos ser. Do que nos deixam crer.

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