Orgulho ao contrário

gin, bebedeira, orgulho contrário, erros, concepçõesPor vezes, embutidos nas agruras da vida, somos um espécime ínfimo do que idealizamos ser. Somos pouquinho para o que querem, e esperam, de nós. Para o que ambicionamos ser.

Isto não se fabrica de forma consciente, por muito que ela nos telinte ao ouvido que vamos no caminho pouco certo. No errado, se dito com a frieza que nos devemos ouvir. Faz-se porcaria, com uma consciência inconsciente. Com uma bebedeira de ideias erradas, que em momento algum chegam a fazer sentido concreto. Chegam a dar rumos apetecidos. São segundos que ferem minutos, dias, anos, ou até a vida. Toda a porra da existência.

São uma ressaca de escolhas que não foram escolhidas, de rasgos exasperantes de inebriação do certo. Somos o que não gostamos de ser; somos longe do destino que queremos colher.

Um gin será sempre um gin, uma música uma música, já um amor serão sempre palavras diferentes, romances vários, carinhos múltiplos. Serão sempre coisas diferentes, corações aquecidos. Um amor vale mais que um gin, um gin só pode ser bom para um amor, se for bebido no amor. Durante o amor, com o amor.

Um gin é um orgulho ao contrário. É uma bebedeira de concepções erradas.

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