Negócio da China português

Por esta altura, de sacrifícios, um negócio que granjeie rendimento é um apontamento de rumo. Qualquer trocadito é bem-vindo.

Cada vez mais, é difícil manter as empresas com solidez, assegurando o seu bom funcionamento e as garantias para os seus funcionários. São dores de cabeça a toda hora, não é possível remendar caminhos, ou criar distracções. A aspiração de ser patrão, de ter o negócio próprio, dilui-se na efervescência de uma conjuntura com parcas comparações, de tão má que está. Os que já o eram, não estão dispostos a recolher-se. É uma realidade dura e estafante, que, no entanto, não os faz desistir. Flamejam-se na procura de soluções, de créditos, que permitam injectar o capital que lhes conceba voltar a acreditar, que lhes permita procurar novos mercados. Porém, os mercados estão retraídos – não só pela imagem de Portugal, como nos querem fazer parecer, essencialmente por também eles estarem em crise.

Por outro lado, existem o Brasil e a China em clara ascensão. A China a plantar lojas pelo mundo, a fabricar ao preço da chuva; o Brasil a acolher os maiores eventos mundiais do desporto, a virar o fascínio das praias para os imponentes escritórios de São Paulo. É para lá que todos querem vender; é para lá que os menos afortunados querem ir.

No entanto, sem chineses ou brasileiros, brota em Portugal um negócio da China. A matança de duas agruras: o afastamento do sonho de ser patrão; o desemprego. Os portugueses padecem de inúmeros defeitos, como todos gostamos de reatear a miúde, no entanto jamais a passividade será um deles. Desenrasque é o nosso nome do meio. Assim, com essa intrepidez que nos caracteriza, desfloramos para a realidade dos serviços. Para as empresas ao estilo one man show. O facto de elas assim começarem – só com um -, não certifica que seja assim que elas acabam. Podem crescer, acredita-se que cresçam.

As aplicações móveis, a criação de bijuterias caseiras, de pastelaria artística, de cadernos personalizados, são apenas alguns exemplos. Os investimentos são diminutos e a entrega de valor ao cliente é aliciante.

Portugal descobriu o seu negócio da China: exclusividade! E está de parabéns, oh se está!

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