O meu aniversário, embrulhado com o do Gustavo. Ou vice-versa.

Coisas simples. Um restaurante simpático, um dono/funcionário atencioso, uns amigos de outra galáxia, uma namorada presente, uns copos de vinho e umas músicas, fazem uma data perpetuar-se. Guardar-se em memórias mil, partidas por cada um dos presentes.

Foi lindo e o outro falou sublime, o que tinha que falar; o que fez este jantar ser uma realidade. A minha inércia de organização de festas, em que sou o centro, foi sem dúvida a intrepidez dele. Com afinco fez um jantar giro, cheio de pessoas giras. Um serão que guardo hoje como lembrança boa, com todas as suas trapalhadas, tombos e peripécias. Guardo hoje e guardarei sempre.

Ele chama-se Gustavo e esteve de parabéns. Pelo aniversário e pela organização. Dos passos de dança optarei por não falar, guardo com razoável afago no livro das memórias. Sensualizou-me, digamos.

Foi assim, um dia trivial vestido com umas pequenas lantejoulas de festa. Com amigos vive-se melhor, vive-se mais. Um muito obrigado a todos os que fazem os sorrisos ser mais sinceros.

Não envio beijos, nem abraços, envio de volta esses sorrisos de ontem. Essas histórias de uma vida.

(A foto é pertença do Henrique Gomes – o tal dono/funcionário atencioso)

PS – Não se esqueçam, caso tenham curiosidade de saber mais detalhes sobre o livro que lançarei, lá para meados de Novembro, basta clicarem neste destacado: Livro – Ricardo Alves Lopes (Ral)

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