Tenho orgulho em mim

Hoje, mais do que nunca, orgulho-me de quem sou, de quem me estou a tornar. Sei que é feio dizê-lo, mas não me contenho. Sinto-me forte como a pedra, seguro como os Mosteiros.

Vivemos numa sociedade, que se engalana e casa em mesquinhices. O que se assume é rude, o que se motiva é arrogante, o que se curva é coitadinho, o que se oferece é interesseiro. A comunidade quer os mornos, os sem pitada de sal, que esses é que são bons. Não estorvam ninguém, não atrapalham no jugo alheio e, claro, não vivem. Mas, esses, os que não nos aquecem, nem arrefecem, é que são bons. É que são os neutros de crítica.

Vi um rapaz fazer greve de fome, com um objectivo bem presente, com uma meta bem visível, qual a reacção massificada? Crítica. Vi um jovem extrapolar-se para as televisões, com um guião igual a um filme, com um desenho de uma campanha de marketing viral, atrás de um grande amor. Qual a instigação do povo? Bota abaixo, crítica. Vemos um grande treinador e um grande jogador dizerem que estão no cume, que lutam de igual para igual com os astros dos céus, qual a reacção? O argentino e o catalão é que são bons.

As pessoas não percebem que um assumo de qualidade é uma prova de sacrifício, de humildade. Sim, porque humildade não é ser coitadinho, não é achar que devemos estar quietinhos no nosso canto, ser humilde é saber que amanhã o mínimo, que se pode pedir, é mais do que hoje. Logo, a humildade anda ali de mãos dadas com o trabalho. Os que se calam e escondem, são imunes à crítica, pois claro, estão absortos da vida, da tentativa de alcançar o pináculo.

Eu não me posso considerar escritor, seria um insulto a todos os que admiro nessa área. Todavia, hoje que farei a primeira divulgação do meu livro, que espero saia em Novembro, deixar-me-à mais próximo de um dia sê-lo. Eu tenho sonhos e ao assumi-los comprometo-me com eles, obrigo-me mais a ir atrás deles. Como disse, sei que não sou escritor, mas sei também que a cada texto que escrevo, que a cada iniciativa que me envolvo, estou mais próximo de sê-lo. Estou a fugir muito mais dos que não pegam na caneta, no lápis ou no teclado, mas, por bem, aceitam criticar quem tenta ser o que quer que seja.

Por isso, hoje principalmente, digo que me orgulho de quem sou. Com este orgulho, vou calçar umas luvas, vestir um macacão e trabalhar que nem um tolo. O orgulho é um compromisso com a vitória, contudo cada uma só me trará a certeza que quero outra. Se o meu sonho estiver escondido, numa rocha, no fim do mundo, é ao fim do mundo que irei. Porra para os mesquinhos.

PS – Não se esqueçam, caso tenham curiosidade de saber mais detalhes sobre o livro que lançarei, lá para meados de Novembro, basta clicarem neste destacado: Livro – Ricardo Alves Lopes (Ral)

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s