Rasgos de saudade

Com as férias entranhadas em mim; com o sol a dominar o meu dia; com as luzes brilhantes da noite a pedirem-me o relaxamento; a escrita tem estado presa, um emaranhado de dificuldade tomou conta dela. Não é perca de prazer, nem por sombras, é somente um desligamento momentâneo, um átimo de descanso.

Um ano é comprido, é extenso em responsabilidades e ingreme em tarefas, merecemos, por lei, uns dias de bloqueio, de paragem do movimento cerebral brusco. Estou a pensar com cordas presas na margem, sinto-me a correr dentro de água. Estou em descanso.

Não consigo, não tenho conseguido, escrever o que vocês merecem, o que eu gosto de vos dar. Não é presunção de assumo de qualidade, é somente a certeza que a cada dia. que vos escrevo, dou tudo de mim. Seja isso bom ou mau, é com certeza um relaxamento que daí em diante poderei aprender.

Quanto às férias, vou coleccionando memórias visuais, que jamais os anos apagarão por completo, seja pelas fotos que as máquinas e smartphones captam, sejam pela leveza de espirito que os mergulhos, por entre rochedos, me dão. Estou a saborear, a saborear muito.

Não estou esquecido, só merecia oferecer a mim estes dias. Dia quatro, estarei novamente em plena força, até lá vou tendo estes rasgos de saudade.

PS – Não se esqueçam, caso tenham curiosidade de saber mais detalhes sobre o livro que lançarei, lá para meados de Novembro, basta clicarem neste sublinhado: Livro – Ricardo Alves Lopes (Ral)

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