Arraiais assentes, ao sul!

É assim mesmo, assentei os arraiais, as malas, e tudo o resto, pelo sul do país. Já tenho acordado com o sol a inundar a casa, com as pessoas a falarem com aquela sonância tão sulista, “né?” como as próprias diriam.

É uma maravilha as multiplicações da natureza nesta zona. As arribas encaixadas nas praias são metáforas perfeitas, dos amores com paixão. Ambos podem respirar isolados, mas quando se unem são de uma beleza única, poética. Que praias arrepiantes, sempre iguais a si, sempre indiferentes aos turistas de ocasião. Nota-se no olhar oceânico, na força rochosa, que são belas o ano todo. São beleza de aço, inquebráveis.

A propósito, como aviso a alguns amigos, por aqui bebe-se morritos a valer, não há cá caipirinhas disfarçadas de hortelã. Estas são à séria, daquelas que se sente a hortelã embebida no açúcar, que o líquido desliza com a frescura do gelo, com a leveza de saber que vai haver uma próxima.

Porra, é tão bom estar de férias.

 PS – Já sabem que para saber mais sobre o livro que, em princípio, irei lançar, é só passarem aqui: https://www.facebook.com/groups/118634761614210/

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