Festa da aula nº 100

Lembram-se das Fantas, os bolos e coquinhos, pousados nas mesas da sala de aula, a professora visivelmente bem-disposta, nós, alunos, de 10 ou 11 anos, em festa, como se de um aniversário, de um amiguinho, se tratasse. Em tamanho garrafal escrito no quadro: AULA 100!

Quem não se lembra? Mas não é disso que este texto trata, feliz ou infelizmente, de momento já não estou a estudar, deixou de existir a aula 100. Por outro lado, criei uma ferramenta de libertação, de exposição, do que vai em mim: este blogue! Neste instante estou a escrever o centésimo post, desde a sua existência. Quis partilhar com vocês, com a particularidade de daqui a poucos minutos ele festejar 3 meses. 19 de Dezembro de 2011 que se libertou para o mundo.

Têm sido 3 meses de incrível cumplicidade. Com este, foram 100 textos, melhor ou pior redigidos, mas sempre com o coração a palpitar na ponta dos dedos, a deixar-se ir pelo teclado preto que á minha frente se põe. Fiz das minhas palavras, palavras igualmente vossas, emocionei-me com comentários, pequenas vitórias que aqui alcancei. Falo como se comemorasse anos de existência ou fechasse o blogue, mas não, falo com a emoção de saber que em 3 meses criei 100 textos que deixaram de a mim pertencer, que passaram a ser vossos e isso orgulha-me. Desculpem a sinceridade, mas orgulha de verdade!

Tenho crescido com este blogue, com vocês! Obrigado!

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2 thoughts on “Festa da aula nº 100

  1. Parabéns Ralzinho!!
    Tenho imenso prazer em ter um Amigo como tu, mesmo.
    Os textos não são melhores ou piores redigidos, simplemente alguns entram mais na minha cabeça do que outros, e com os outros leitores certamente também acontece o mesmo. Isto tudo também para justificar o facto de não comentar todos os teus textos, mas podes estar certo que quase todos foram lidos.
    Faço força para que nunca te falte que escrever pois gosto muito dos teus textos.
    Um abraço

    • Obrigado, amigo! Percebo perfeitamente o que queres dizer. Eu não sou um contador de histórias, sou simplesmente alguém que gosta de escrever, de libertar o que tenho dentro de mim, por isso mesmo os meus textos são ápices de algo e como sabes o que é verdade num dia, em outro já não é tanto, por isso o que dizes que acontece contigo, acontece exactamente comigo se voltar a ler alguns dos textos que escrevi, dias depois.

      Espero conseguir estar sempre à altura dessas, enormes, expectativas.

      Grande abraço

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