Escrita

Escrever não é mais que um momento de simbiose entre o que é o nosso pensamento, os nossos sentimentos, com o banal movimento de uns dedos que nos pertencem e normalmente conduzimos. Normalmente porque nesta simbiose são eles, os dedos, que nos guiam a nós, impulsionados, empurrados, pela força dos nossos sentimentos.

Escrever é dos actos mais libertadores que posso gozar. Não existe a barreira do julgamento – a folha, o computador, não têm vida, não possuem opinião própria ou sequer fazem juízos, observações, reparos.

Eu não escrevo na esperança de ser lido, escrevo na certeza de me ler. Escrever ajuda a conhecer-me. Quando falo, debato, algo com alguém, eu pondero-me, eu avalio-me, mas quando escrevo liberto-me, deixo-me ser guiado. Permito-me mostrar-me quem sou.

Escrever para mim é isso: conhecer-me um pouco mais!

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